Você é o tipo de pessoa que evita as situações na vida? Isso pode ser perigoso! Descubra porquê.

Em 31/01/2018 , Comments

Perguntas

Você evita as brigas, os sofrimentos e a exposição? Você também evita o sucesso?

 

 

Resposta

Quando começamos a evitar demais algumas situações da vida, estamos iniciando a perda do controle desta. Veja: em vez de assumirmos a nossa força, o nosso poder sobre a nossa própria vida, sempre damos um jeito de nos afastarmos deles!

 

 

A “dança da contramão”

Esse afastamento é como se fosse a “dança da contramão”, isto é, quando a música toca, todos vão para o salão de dança e dançam! E a pessoa ouve a música e vê todos indo dançar, mas vai para uma outra sala, a música inicia nesta sala, ela vai para outra e assim vai!

Ou seja, ela nunca para de evitar a dança e a música. Para essa pessoa nada acontecerá! Não vai aprender a dançar com a vida e muito menos ouvir as notas musicais que a vida toca. Certamente é uma pessoa que está o tempo todo irritada e acaba se autoprejudicando, assim como às pessoas ao seu redor.

 

 

O que é importante entender

A questão relevante é entender qual o motivo desse comportamento evitativo: é um trauma, é uma rejeição, é um bloqueio? Bem, as possibilidades são muitas, mas levar uma vida dessa maneira gera muito sofrimento.

 

 

O que acontece, então?

Muitos vezes, essa pessoa está demasiadamente identificada com outras pessoas que passaram por experiências de exclusão, dentro do sistema familiar. Em outras palavras, estamos falando de Constelação Familiar.



O que a Constelação Familiar diz?

As informações das experiências traumáticas dos nossos ancestrais trafegam de geração em geração e, muitas vezes, repetimos o comportamento dos nossos ancestrais. No caso, o comportamento evitativo.

 

 

Isso é bom ou ruim?

Bem, parece que esse comportamento evitativo é antissocial e causador de sofrimentos. O que é, obviamente, ruim. Mas tem o lado aparentemente bom: num comportamento evitativo há o conforto, o prazer e os frutos positivos de estar pertencendo ao grupo familiar.

 

 

E a pessoa? Como fica?

O detalhe maior aqui é compreender que a pessoa, quando cessa de se associar às pessoas que não pertenceram, que perderam o direito de pertencer, em alguma época da história da família, isto é, foram excluídos em uma guerra, porque casaram com a pessoa não autorizada, de religião diferente, de outra etnia, carrega um sintoma. A Constelação Familiar traz grandes benefícios na resolução dessa questão, assim como um tratamento complementar, caso essa pessoa já esteja sendo tratada psiquiátrica ou psicologicamente.

 

 

O essencial

Comportamentos, como o evitativo, podem vir de outros tempos do sistema familiar. Mostra o que está faltando, o que ficou desequilibrado para alguém do sistema familiar e/ou para toda a família. Então, caso você ou algum membro da sua família tenha um comportamento evitativo ou outros ( e todos temos), a Constelação Familiar ajuda a ir resolvendo e ensina a assumirmos as nossas próprias coisas.

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Aproveite!